CAPÍTULO 13 – AS NAÇÕES DOS ÚLTIMOS CONFLITOS (PARTE 09)


O Senhor será terrível para eles, porque emagrecerá todos os deuses da terra; e todos virão adorá-lo, cada um desde o seu lugar, de todas as ilhas dos gentios. Também vós, ó etíopes, sereis mortos com a minha espada (Sofonias 2: 11e12).

Etiópia é um termo geográfico que aparece pela primeira vez nas fontes arcaicas e clássicas da Grécia Antiga referindo-se à região do Alto Nilo, bem como a todas as regiões situadas ao sul do deserto do Saara. Sua primeira menção ocorre nas obras de Homero: duas vezes na Ilíada, e três vezes na Odisseia. O historiador grego Heródoto também a usa para descrever especificamente toda a região da África Subsaariana.  O nome também ocorre com frequência na mitologia grega, onde está associado com um reino que estaria localizado em Joppa, ou em algum lugar da Ásia.

Homero afirmava que eles se encontravam nas extremidades meridionais do mundo, divididos pelo mar em “ocidentais” (onde o sol nascia) e “orientais” (onde o sol se punha). Na mitologia grega, Etiopía era um país situado para o leste, donde nascia o sol. Ficou conhecido como a terra do “sol nascente”. Para explicar a cor negra de seus habitantes, se dizia que havia permanecidos queimados quando Faetón desviou o “carro do sol” de sua rota aproximando esse carro demais da terra. Posteriormente a Etiópia foi localizada mais ao sul do Egito. Sua capital era Meroé.

Heródoto define “Etiópia” como a região mais distante da “Líbia” (ou seja, a África conhecida à época) e a terra onde os homens vivem mais do que em qualquer outro lugar. Plínio, o Velho descreveu Adúlis, porto que segundo ele era o principal centro comercial dos etíopes. Segundo ele, o termo “Etiópia” seria derivado de um indivíduo chamado Étiops, que seria filho de Hefesto (o Vulcano dos romanos). Esta etimologia foi adotada com unanimidade até por volta de 1600, quando Jacob Salianus, no primeiro tomo de seus Annales, propôs pela primeira vez uma hipótese alternativa, que derivava a designação das palavras gregas “aithein”, “queimar”, e “ops”, “rosto. O significado de “rosto queimado” aparece em seguida nas obras de autores alemães e logo foi adotada como padrão pela maior parte dos estudiosos europeus.

Diferente do que acontece com as outras nações narradas nas Escrituras, o deus adorado pelos etíopes não é mencionado. Mas analisando algumas características desse povo e mesmo pistas nas profecias relacionadas à Etiópia, conseguimos identificar o poder de maior influência naquela antiga nação. Primeiro usando a identificação de Plínio, o Velho, que disse ser Étiops (Etiópia) filho do deus Vulcano, é possível traçar uma relação umbilical com o deus dos vulcões romano, deus do fogo ardente do interior da terra e das epidemias. Esse deus estava ligado ao verão onde os calores ardentes e os ventos em brasa causavam grandes queimadas. O verão é sempre uma época de grandes doenças (febre) e epidemias (dengue e outras). Nas profecias em relação à Etiópia o Altíssimo faz uso de um “jogo de palavras” relacionadas a esse deus com as expressões “ardor do sol resplandecente”, “calor da sega” e “veranearão” (Isaías 18:4a6).

A expressão “povo do rosto queimado do sol” que faz referência aos etíopes, também parece fazer uma ligação com um deus do mito africano chamado Omulu. Omulu, Obaluaiê ou Xapanã é o orixá (deus) da saúde, da doença e da morte. No mito africano ele se veste com palhas-da-costa, para que ninguém veja seu “rosto queimado” por chagas e doenças. Outros afirmam que como ele representa o sol mais ardente (sol do pino do meio-dia), seu rosto escondido é para proteger o fiel do brilho intenso do sol que queima. Do deus hindu Yama da morte, também é dito ter a face “deformada por centenas de doenças”. Há uma relação interessante entre o mito de Omulu e o de Vulcano (ou Hefesto grego) sobre deformidades e abandono. Nas duas lendas, os deuses nasceram disformes e feios, sendo abandonados por isso pelas suas mães e depois foram encontrados por uma deusa das águas (no mito grego Tétis e no mito africano Iemanjá) que os criou até eles se tornarem deuses hábeis, sábios e ferreiros dos outros deuses.

Outra divindade que guarda relação com Vulcano, pai de Étiops, segundo Plínio, é Refesh. Ele era o deus das pragas, pestes, guerra e cura. Seu nome está ligado às palavras “queimar”, “praga”, “queima de febre” e “peste”. No Egito era Anúbis, deus com cabeça de cão, o deus da morte, dos embalsamentos e cemitérios. Na mesopotâmia era Nergal, senhor do submundo e também um deus da morte. Outro de seus nomes era Erra (etimologicamente “terra ardente”), deus da guerra, da caça e das pragas que causava distúrbios civis e matava populações com guerra, fome, cães e doenças (Apocalipse 6:7e8)). É o demônio Bélzebu (Mateus 3:22/II Reis 1:2), o senhor das moscas e de todos os insetos. Não a toa se vê a ironia do Altíssimo em relação à terra dos etíopes quando diz “ai da terra do zumbido de insetos ao longo dos rios da Etiópia” (Isaías 18:1).

Japão

O Japão é um país composto por um arquipélago situado no Oceano Pacífico e localizado no extremo leste do continente asiático. Os caracteres que compõem seu nome significam “Origem do Sol”, razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a “Terra do Sol Nascente”. O Japão é um país insular, com cerca de 377 mil quilômetros quadrados. A população é de cerca de 125 milhões de habitantes e a moeda oficial o iene. A ilha está localizada entre o Oceano Pacífico e o Mar do Japão. Faz parte do Círculo do Fogo do Pacífico, com grande instabilidade tectônica e atividade vulcânica intensa.

Por conta do relevo, o Japão é marcado por intensa atividade vulcânica. Existem hoje 80 vulcões ativos no país. A maioria tem capacidade para causar intensa destruição. A atividade sísmica também é intensa em função da energia da crosta terrestre. O último terremoto em larga escala foi registrado em 2001, atingindo 9 graus na escala Richter. Conforme as autoridades japonesas, a quantidade de mortos e desaparecidos chegou a 19 mil pessoas. Em 2011, um dos frequentes terremotos atingiu uma área onde se encontrava a usina nuclear de Fukushima e ocasionou a formação de um tsunami, o que ocasionou um grave caso de emergência nuclear.

A bandeira do Japão exibe um círculo que representa o Sol. Também chamada de Hinomaru, que significa círculo do Sol, a bandeira é utilizada desde 1870. O desenho é utilizado desde o século XII pelos samurai bushi. Em batalha entre os clãs Taira e Minamoto, os samurais desenhavam o círculo do Sol em leques, os chamados gunsen.

Em geral, o Japão possui um forte verão, com bastante umidade, além de um inverno rigoroso na maior parte do país. O clima japonês apresenta uma clara diferenciação entre as estações e sofre a influência de massas de ar frias vindas da Sibéria no inverno, bem como de massas de ar quentes do Pacífico no verão. Os tufões são comuns entre o fim do verão e o início do outono.

O Japão está entre as maiores economias do mundo e, até os anos 90, era a segunda, atrás somente dos Estados Unidos. Hoje, em terceiro lugar, foi ultrapassado pela China. A indústria tecnológica é sua principal fonte de renda. Os destaques são para a produção nos setores de informática, eletrônica, robótica e nanotecnologia. Engenhosos como os trabalhadores do deus Vulcano na mitologia romana que forjavam todas as obras maravilhosas e as armas dos deuses, o povo japonês não encontra rival em nenhum país em relação à engenharia, a produção de bens e a indústria.  Dentre as principais atividades industriais estão a engenharia automóvel, a eletrônica, a informática, a siderurgia, a metalurgia, a construção naval, a biologia e a química, com destaque para as indústrias com tecnologia de ponta nestes setores.

Longe de ser um país perfeito, o Japão enfrenta grandes problemas, principalmente os de ordem natural como tsunamis, terremotos e riscos de atividades vulcânicas. A Ásia no geral e também o Japão sofre bastante com epidemias que geram doenças em grande parte da população. É nítida a grande influência de Bélzebu naquele país. Durante o verão quente e úmido, muitas pessoas enfrentam além de um calor infernal, pragas de milhares de mosquitos e insetos no Japão. Cientistas japoneses se dedicam a pesquisar a fundo moscas e descobriram que as pernas brilhantes dos machos impressionam as fêmeas e que essas enxergam bem na escuridão. Há o hábito também japonês de pescar usando moscas como iscas. Bastante curioso!

Outras das características e influências do deus da morte são a cultura de morte naquela nação e o ritual de embalsamento feito entre eles. Por outro lado, assim como a Etiópia era conhecida como o “lugar onde os homens vivem mais”, o Japão também carrega esse epíteto. Tanto que a velhice pode se tornar um grande problema no país, porque há uma crescente baixa na taxa natalidade. Os idosos vão morrer e, nos anos vindouros, haverá menos pessoas e muito menos trabalhadores nas ilhas nipônicas. Mais o que chama bastante atenção é a cultura bizarra de animes, feita para crianças que ensinam ocultismo, magia e toda sorte de obscurantismo. Há um anime de nome “Beelzebub” ou “Beruzebabu” que prova o que estou dizendo e ainda outros que são exportados para outros países, com conotações bem malignas para a faixa etária atingida: crianças e adolescentes. Na mitologia japonesa Belzebu se apresenta como Enma Dai Oh, o “Grande Rei demônio” juiz do mundo dos mortos.

Segundo as profecias, o Japão:

* Sofrerá em alguma guerra do porvir e muitos cairão entre os mortos (Sofonias 2:12). Isso já pode ter ocorrido na segunda Guerra Mundial, quando o Japão se aliou a Alemanha e a Itália e sofreu o ataque dos EUA. Isso se repetirá?

* Seguirá o Anticristo, o filho de Belial, nos últimos tempos da batalha final (Daniel 11:43). Os japoneses seguirão o novo “Hitler” em sua insanidade.

* Será atingido por algo que as profecias não deixam claro, mas pelo teor da mensagem uma multidão de mortos será deixado como alimento as aves no verão (Isaías 18:5e6). Será isso a bomba nuclear que atingiu Hiroshima e Nagazaki?

* Poderá ter algum governante seu envolvido nas guerras dos últimos tempos (Apocalipse 16:12a14)

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