CAPÍTULO 13 – AS NAÇÕES DOS ÚLTIMOS CONFLITOS (PARTE 05)


Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra sairá um basilisco, e o seu fruto será uma serpente ardente, voadora. E os primogênitos dos pobres serão apascentados, e os necessitados se deitarão seguros; porém farei morrer de fome a tua raiz, e ele matará os teus sobreviventes. Dá uivos, ó porta, grita, ó cidade; tu, ó Filístia, estás toda derretida; porque do norte vem uma fumaça, e não haverá quem fique sozinho nas suas convocações (Isaías 14:29a31).

A primeira notícia que se tem sobre os filisteus surge de relatos egípcios sobre os “Povos do Mar”, isto é, levas de migrantes que vieram por mar para o atual Egito. As crônicas egípcias registram que, entre estes povos, encontravam-se os filisteus (peleset), mas havia ainda outros.

Esses “povos do mar”, após várias batalhas marítimas, foram derrotados pelos egípcios sob o comando de Ramsés III. Por fim, foram obrigados a buscar terras mais a leste na região costeira onde era Canaã. Durante o período em que viveram nesta região, conhecida como a Pentápolis Filistéia, quase sempre estiveram em guerra com seus inimigos hebreus; dos quais, aliás, são oriundas a maioria das informações sobre aquele povo.

Sua história é ainda hoje envolta em mistério e controvérsias, e por isso, não é seguro ainda afirmar nem mesmo se tratava de um único povo ou de uma confederação de povos de que vieram do Mar Egeu para o leste do Mar Mediterrâneo no século XIII a.C. As primeiras referências aos filisteus encontram-se nos escritos egípcios dos reinados dos faraós Mineptah e Ramsés III, que relatam que este povo estava integrado aos chamados “povos do mar”.

Pesquisas atuais revelam o elevado grau de sofisticação na produção de artefatos de metal e de outros materiais deste povo. Graças a seu avançado estágio de trabalho em metalurgia, quase sempre quando os Filisteus iam à guerra contra os Hebreus, seus exércitos eram vitoriosos.

Dagon era a principal divindade dos filisteus. Era conhecido como deus da fertilidade, colheita, miscigenação e das profundezas do mar. Dagon era um deus, cuja parte superior do corpo era de um homem e a parte inferior de um peixe. Dagon representava a fertilidade, e a abundância na pesca. Também poderia suprir seu povo com ouro e gemas preciosas, além de garantir fartura em sua principal atividade, a pesca. Em troca, sacrifícios humanos eram oferecidos de tempos em tempos aos “Profundos”, em nome de Dagon. A ele eram oferecidos os despojos de guerra.

No ocultismo Dagon representa Leviathan ou Agares. É a mesma criatura do livro de Jó de nome Leviatã, cuja dureza da couraça arma nenhuma consegue ultrapassar (Jó 41:1a34). Talvez por conta dessa dureza, também seja conhecido como Duriel, o príncipe da dor, das torturas e destruidor de dignidades. No Egito era Sobek e era representado por um homem com cabeça de crocodilo. Na Índia sua representação era o deus da ordem no universo Varuna, senhor do nó, também arquiteto e ferreiro. Seu animal símbolo era também um crocodilo. “Não à toa, o significado de “crocodilagem” é de “dedo duro”, um ”x9” que no Brasil atualmente é conhecido como delator.

Brasil

Inúmeras são as influências de Dagon no Brasil, tanto na política, no culto aos deuses da água e na cultura da tortura, no sofrimento dos pobres por conta da desigualdade e injustiça. País, cuja história passou por um período de ditadura, onde milhares de pessoas foram torturadas e mortas por não delatar (dedurar) seus companheiros de luta. País da miscigenação, resultado da mistura de povos, entre eles portugueses (que colonizaram a nação), indígenas (nativos), africanos (que vieram para o país para serem escravizados) e gente de diversas nações em menor escala que vieram trabalhar na terra.

Como na Filístia, o Brasil também conta com uma cultura do aço, da metalurgia e uma das maiores pisciculturas do mundo, devido a sua enorme costa marítima e suas inúmeras reservas de água doce. A maior reserva de água doce do mundo se encontra no Brasil, o chamado aqüífero de Guarani. Aliás, a água e os peixes estão presentes em quase todas as instituições e prédios públicos de Brasília, a capital do país. Ministério da Justiça, Ministério das Relações Exteriores, Congresso Nacional e o Palácio da Alvorada (residência oficial do Presidente do país) possuem um espelho d’água e refletem o elemento principal do deus peixe Dagon.

É grande a crença da marinha brasileira em Netuno, o deus dos mares do mito romano e outra representação de Dagon. Outra manifestação desse deus é o costume de se invocar entidades nas praias dos mares e se retalharem como sacrifício a essas entidades e cortarem a língua e ter a boca em sangue, muito parecido com um costume filisteu antigo (Jeremias 47:5 e Zacarias 9:7). Seria o Brasil e a América latina no geral herança dos “povos do mar” Portugal e Espanha? Portugal e Espanha, colonizadores de boa parte da América latina, foram os países europeus pioneiros da navegação marítima. Nas viagens marítimas portuguesas, a crença na proteção dos mares por Netuno era grande.

Muito curioso foi a polícia Federal no dia 17 de fevereiro de 2017 batizar uma operação, que era um desdobramento da “Lava-jato”, de “operação Leviatã”. Uma outra curiosidade é a palavra “ordem” ser a preferida dos políticos e militares brasileiros e esta se encontra na bandeira do país na frase “ordem e progresso”. Lembra do deus hindu senhor das águas Varuna que era o senhor também da ordem?

Segundo as profecias, o Brasil:

* Terá uma parcela da população que passará pela fome causada por alguma invasão do norte (Isaías 14:29a31e Jeremias 47:2).

* Suas cidades costeiras poderão passar por inundações causadas por tsunamis (Jeremias 47:2) e suas cidades poderão sofrer destruições junto com o que acontecer a Inglaterra (Jeremias 47:4a7). O Brasil já foi o palco de invasões e disputas de suas terras e riquezas, por holandeses, portugueses, franceses, ingleses e espanhóis, nações do norte. Isso acontecerá novamente?

* A sua costa marítima sofrerá de furiosos castigos e vingança por algo que ainda não entendemos (Ezequiel 25:15a17). Talvez sofra o castigo de ter se apossado de algum despojo de guerra que está por vir (Joel 3:4a8). Na Segunda Guerra Mundial, ataques aos navios da Marinha mercante brasileira pelos alemães e italianos, causaram a morte de mais de mil pessoas. Será o país novamente atacado pelo o Assírio (o Anticristo)?

* Serão culpados por entregar os judeus (na perseguição que está por vir?) ao inimigo (Joel 3:6a8 e Amós 1:6a8). Desamparo, assolação, dor e destruição atingirão a costa do mar (Sofonias 2:4a7 e Zacarias 9:5a7).

Anúncios

Obrigado pela opinião!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s