Cassetete: o tesão policial


“Nunca a polícia terá espiões comparáveis aos que se colocam ao serviço do ódio.” (Honoré de Balzac)

Semana passada nas redes sociais, depois da violência ocorrida no Rio de Janeiro na manifestação dos professores municipais, um policial postou sua foto no facebook com o seu cassetete quebrado. Ao lado de sua foto, a expressão: “foi mal fessor”. Como um tarado que depois de estuprar o seu objeto de desejo e dar vazão ao seu tesão, aquele policial revela na foto a mesma perturbação psicológica. Sim, a tara é psicológica! O falo ereto é o cassetete empunhado pronto para “comer” no cacete o objeto de desejo da tara. O cassetete quebrado é a representação de um falo flácido após o ato de estupro. Desejo psicológico de tara cumprido e um sorriso no rosto, mostram a doença universal e quase desapercebida do séc. XXI: a psicopatia.

A mentalidade humana está doente e essa doença está cada vez mais sendo revelada no convívio social. Mente doente por que não pensa! Mente doente por que pensa como classe social! Psicopatas que enxergam o inimigo como sendo o diferente de mim mesmo, o de classe social diferente. Professores são moldados pelo sistema atualmente para formarem “consumidores” e quando descobrem isso, se rebelam e usam o próprio sistema para alertar o povo dessa injustiça. O problema é que a grande maioria ainda trabalha a favor (sem saber) do sistema, legitimando-o. Policiais são os protetores do sistema, protetores dos governantes, da elite. Protegem os ricos dos pobres! Uma exemplar “Tropa da elite”. Quando alguns tiverem essa consciência as coisas irão mudar. As chamadas “classes sociais” trabalham para o mesmo “patrão-estado-governo” e se veem como inimigas. Nessa história, ou melhor, em toda a História é difícil julgar quem são “heróis e vilões”. A única diferença na História sempre foi entre ricos e pobres. A polícia que nasceu dos exércitos criados por reis e governantes, para a si mesmos se protegerem dos “outros”, tem feito o seu trabalho cegamente. Obediência cega é a exigência militar! É necessário cumprir “ordens” do superior, mesmo que esse superior esteja equivocado sempre. Obediência servil, assim como servil é também nosso “ganha-pão” de cada dia. Todos servindo a um mesmo patrão e achando que somos diferentes, que somos “inimigos” e precisamos lutar uns contra os outros.

Não sou contra a Corporação Policial e muito menos a favor. Não preciso de ter alguém que me defenda! Sei do trabalho de muitos policiais honestos por aí e de muitos que já descobriram a verdade do seu “papel social”. Sou contra a violência e suas ramificações. O problema é que a violência para muitos é excitante! Para os tarados psicológicos que só querem “comer” o outro com seu cassetete até quebrar, a violência é muito excitante. Os psicopatas adoram pegar o seu objeto de desejo pelas costas e estuprá-los com vontade e violência. Gozam de prazer quando o cassetete “come” com pressão! Adoram segurar o seu falo-cassetete, alisá-lo e chegam até a babar procurando alguém para dar uma “borrachada”. Quase em uma vontade insana e bissexual, esse tipo de policial psicopata deve fazer coisas com seu falo-cassetete que ninguém imagina. Alguém imagina o quê? Há uma ligação psicológica forte com o estuprador, não é possível. Se Freud estivesse vivo e se eu tivesse oportunidade de conhecê-lo, eu iria lhe perguntar se o cassetete, não dá tesão a esse tipo de policial psicopata. Tem a ver com a libido?

Anderson Luiz

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